Religiosos pressionam e Dilma suspende "kit anti-homofobia" para escolas

Não temos nada contra os homossexuais, mas, cá pra nós, no atual momento brasileiro, eles têm criado muitos direitos para si, esquecendo os deveres. Por acaso a tal minoria respeita os heterossexuais ou a família brasileira. Pois, recentemente, recebemos queixas de leitores que assistiam casais gays praticando sexo num parque de Salvador. As tais cartilhas proibidas por Dilma pretendem, sim, confundir a mente de crianças ainda em formação, para atrai-las para o homossexualismo. Deixem que cada um escolha sua opção. Somos contrários ao KIT. Pois, se ele vigorar, vamos exigir KITS para os indios, os aposentados, os negros, os japoneses, os obesos e, especialmente, para os heterossexuais.

Vamos à matéria:
Brasília - A presidente Dilma Rousseff determinou nesta quarta-feira a suspensão da elaboração do "kit anti-homofobia", um material sobre a homossexualidade e o combate à homofobia que seria distribuído em escolas públicas e havia gerado protestos de grupos religiosos.

A polêmica sobre esse material cresceu nos últimos dias, sobretudo depois que o Supremo Tribunal Federal decidiu que a união civil entre duas pessoas do mesmo sexo é equivalente à união heterossexual perante a lei. Grupos católicos e evangélicos criticaram a decisão judicial e alertaram sobre projetos que, segundo afirmaram, pretendiam "induzir" os adolescentes que estudam em escolas públicas à homossexualidade.

Na quinta-feira passada o ministro da Educação, Fernando Haddad teve reunião com parlamentares da bancada evangélica e disse que a pasta não fará mudanças no material que compõe os kits de combate a homofobia.

Porém, nessa quarta-feira o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, disse que o governo entendeu que "seria prudente não editar esse material". Carvalho explicou que Dilma tomou sua decisão após conversar sobre o assunto com parlamentares de diversas religiões que criticaram o projeto.

O material estava sendo elaborado por empresas contratadas pelo Ministério da Educação (MEC) e seria distribuído ao final de cursos sobre direitos humanos e minorias que devem ser ministrados para alunos do Ensino Médio de escolas públicas.

Segundo o MEC havia antecipado, o material que estava em preparação incluía vídeos que mostravam como o amor surgia entre dois meninos ou entre duas meninas, além de depoimentos de travestis e transexuais sobre suas vidas e relações amorosas.

Carvalho disse que, após conversar nesta quarta-feira com os parlamentares que se opõem ao projeto, Dilma decidiu ainda que "daqui para frente todo material que versar sobre costumes será feito a partir de consultas mais amplas à sociedade".


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