O
publicitário Ricardo Prudente, de 39 anos, foi morto a tiros por
policiais militares na noite de quarta-feira, 18, na Avenida das
Corujas, perto da Praça do Pôr-do-sol, no Alto de Pinheiros, zona oeste
da capital. De acordo com nota oficial divulgada pela PM, o motorista
fugiu de uma tentativa de abordagem, por volta das 23h. Perseguido,
bateu em outra viatura que tentou interceptá-lo e foi baleado depois que
os policiais "visualizaram Ricardo com um objeto na mão, pensando se
tratar de uma arma". O objeto seria um celular.
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Socorrido ao Hospital das clínicas, o publicitário não resistiu ao
ferimentos. Os PMs, dois soldados e um cabo, estão presos no Presídio
Romão Gomes, na zona norte, onde aguardaram o resultado do inquérito
policial. O caso foi registrado no 14º DP (Pinheiros), como homicídio
doloso - com intenção de matar.Leia também:
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O publicitário portava uma pequena quantidade de maconha dentro do veículo, mas não foi encontrada nenhum tipo de arma no Ford Fiesta.
No comunicado, a Polícia Militar informou que "lamenta a ocorrência" e que apura se, de fato, os policiais confundiram o celular do publicitário com uma arma. A corporação afirma que "dá indícios de falhas de procedimento inaceitáveis" e conclui o comunicado se desculpando pelo ocorrido. "A Polícia Militar pede desculpas à família, à sociedade e esclarece que, após as apurações, os envolvidos pagarão pelos seus erros na medida de suas atitudes".


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